Um pouquinho da nossa trajetória

Mamãe fisioterapeuta + Papai consciente… estimulo constante desde o início.

Esse vídeo foi gravado quando Lorenzo estava com 1 ano e meio… ou seja, já fazia um bom tempo que ele estava em casa, todavia, era dependente de oxigênio; dietas longas/lentas e vários outros empecilhos para seu desenvolvimento.

Compensávamos, tudo isso, com muita dedicação através do lúdico para que ele tivesse diversão em meio a tantos procedimentos e intercorrências.

Até hoje, seguimos assim. Temos a certeza de que Lorenzo pode mais, muito mais. Esse #tbt nos mostra que cada esforço tem valido a pena. 
*Lembrando que Lorenzo participou de uma @maratoninha no mês de maio e completou 100m.

Um pouquinho da nossa trajetória.Mamãe fisioterapeuta + Papai consciente… estimulo constante desde o início.Esse vídeo foi gravado quando Lorenzo estava com 1 ano e meio… ou seja, já fazia um bom tempo que ele estava em casa, todavia, era dependente de oxigênio; dietas longas/lentas e vários outros empecilhos para seu desenvolvimento.Compensávamos, tudo isso, com muita dedicação através do lúdico para que ele tivesse diversão em meio a tantos procedimentos e intercorrências. Até hoje, seguimos assim. Temos a certeza de que Lorenzo pode mais, muito mais. Esse #tbt nos mostra que cada esforço tem valido a pena. *Lembrando que Lorenzo participou de uma @maratoninha no último domingo e completou 100m.#todospelolorenzo #fisiopediatrica #fisiocomamor #dedicacao #babyboy #desenvolvimentoinfantil #atividadeludica #amordemae #amordepai #amormaior #bebeandando #aprendendoaandar #trocandopassos #deambulacao #desenvolvimentodobebe #bebedeuti #eleconsegue #bebedefibra

Publicado por TODOS PELO LORENZO em Quinta-feira, 30 de maio de 2019

Como tudo começou…

Vamos entender como tudo começou!?
Vamos lembrar de todas as lutas vencidas, de tudo que já superamos e vencemos.
Amora nasceu de 27 semanas, pesando 760g. Nos primeiros dias de vida, os rins pararam e, quando voltaram, super reagiriam. Foram 20 dias para que o intestino começasse a funcionar. Hemorragia intracraniana, crises convulsivas, retinopatia com perda da visão lateral dos dois olhos. Quase 90 dias respirando pelo tubo de ventilação mecânica. Teve alta sem nenhuma resposta visual. Com menos de um ano, a paralisia já estava confirmada. Grau 5, cuja descrição da escala em nada parece com a nossa Amorinha hoje.

E por que lembrar tudo isso!? Porque já passou! Tudo isso é passado. O pior já passou!

Hoje estamos em uma batalha diferente, buscando por métodos de reabilitação que ajudem no desenvolvimento da Amora. Correndo contra o tempo para aproveitar a boa fase em que ela está. Mas já não temos o risco diário de perder nossa menina. A luta agora é sempre pra buscar o melhor.
Então, vamo que vamo! É cansativo sim, não é fácil conseguir os tratamentos e acessórios, tudo é caro, mas tamô aí! E não vamos desistir nunca! Aqui é mãe de CTI

A importância da avaliação física funcional para quem possui Síndrome de Down

Daniel e sua mãe, Maze, na academia

“Quando conheci o Daniel ele fazia poucas atividades físicas direcionadas para uma maior independência funcional, apenas natação (mesmo considerados por muitos uma atividade “completa”, ainda havia vários desequilíbrios de força em alguns grupos musculares).”

Marcos Almeida, fisioterapeuta e educador físico, relata como uma boa avaliação e exercícios podem auxiliar na evolução da pessoa com Síndrome de Down e ajudar no progresso motor e, consequentemente, em sua rotina.

O primeiro passo dado por ele com seu aluno, Daniel, foi realizar uma avaliação postural, onde encontrou algumas compensações posturais, devido à “vícios” posturais e fraqueza muscular. Ou seja, um ponto essencial a ser corrigido: a postura.

Na avaliação postural, foi identificado uma marcha claudicante (manca) e a mãe de Daniel foi orientada a levá-lo no ortopedista e pedir um exame de escanometria (para comparar e analisar a diferença de tamanho dos membros inferiores). Também foi orientado por Marcos que Daniel fizesse um exame não muito conhecido chamado baropodometria. Esse exame é usado para ver que tipo e grau de pisada o indivíduo possui e se também tem diferença da distribuição de peso ao ficar parado. A partir dessa análise, palmilhas específicas para cada pé com o tipo de pisada e altura certa para ele foram feitas.

Daniel passou a realizar testes de repetições máximas nos aparelhos de musculação para dar início no trabalho de fortalecimento muscular. O foco se deu em trabalhos de resistência muscular (muitas repetições durante as séries). Com o passar do tempo o Daniel conseguiu reequilibrar todos os seus grupos musculares nos quais haviam um grau de força bem baixo. Ou seja, ganhou mais força e resistência.

Associado a isso, foi feito o teste de caminha de Balke. Um protocolo validado onde indivíduos que tenham alguma limitação podem fazer forma segura uma “caminhada” para saberem o máximo de volume de oxigênio que seu corpo é capaz de absorver. O teste seguro, pois a velocidade é constante (5,4km) e a cada minuto, inclina-se 1% da esteira até a falha cardio-vascular ou periférica (dor e cansaço nos membros inferiores) através desse teste, foi trabalhado em torno de 50% de seu volume máximo de oxigênio no início do tratamento.

“Esse trabalho foi realizado duas vezes por semana e em poucos meses fizemos a grande façanha de corremos a corrida do Outubro Rosa de 2016. Não chegamos em primeiro lugar, mas para o Daniel e a família, foi como se ele tivesse subido ao pódio”, afirma Marcos.

É fundamental estimular, de um jeito seguro e responsável, a prática de atividades e exercícios, principalmente pela saúde física e mental de qualquer indivíduo. A Síndrome de Down não torna o indivíduo incapaz ou o impossibilita de viver, muito pelo contrário.

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