Ciclo de palestras: Alummis KAAD América Latina no combate à COVID – 19

PARTICIPEM!!

3ª palestra: Experiências brasileiras no combate à COVID – 19: cenário, desafios, possibilidades

Palestrantes:

Dr. Reinaldo Becher – Diretor executivo da DAHW, Brasil

Prof. Dr. Edison Barlem – Diretor da Escola de Enfermagem FURG, Brasil

PALESTRA EM PORTUGUÊS

Mediadora: Profa. Dra. Marina da Cruz Silva (UFBA)

Data: 29/06/2020

Horário: das 11 às 12:30h

Local: Google Meet

Número de vagas: 250  – TERÁ EMISSÃO DE CERTIFICADO DE PRESENÇA

Inscrições no link: https://pt.surveymonkey.com/r/expBrasileira


Realização: Neurorehab (Profª Dra Fabiana Faleiros) 

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Março Azul marinho – Mês da prevenção e conscientização do câncer colorretal

O câncer colorretal, também conhecido por câncer de cólon e reto, distinguisse em um tipo de tumor que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e/ou no reto (final do intestino, logo antes do ânus). Este tipo de tumor é originado através da presença de pólipos pré-existentes na mucosa intestinal dessas estruturas (cólon e reto) que vão crescendo ao longo dos anos podendo se tornar tumores malignos.
A presença de pólipos intestinais não quer dizer necessariamente que você desenvolverá câncer intestinal, porém é uma predisposição que requer acompanhamento médico e exames periódicos para verificar se estes pólipos estão crescendo ou apresentando características de malignidade.
A estimativa mais recente do INCA indica que tenha 40.990 novos casos para o triênio 2020-2022, sendo 20.520 em homens e 20.470 em mulheres. Sendo este tipo de câncer o terceiro mais comum entre os canceres nos homens e mulheres (INCA, 2020).
Segundo a estimativa do triênio 2020-2022 o câncer mais comum para ambos sexos permanece o câncer de pele não melanoma, seguido para os homens o câncer de próstata o segundo mais comum e para as mulheres o câncer de mama (INCA, 2020).
Por se tratar de um desenvolvimento a longo prazo, este tipo de tumor é facilmente rastreável, ou seja, com a realização de exames de imagem e até mesmo de fezes, pode-se identificar a presença de alguma anormalidade na mucosa intestinal e intervir antes do aparecimento de um tumor (câncer).

Os exames podem ser realizados quando há algum sintoma sugestivo de doença no intuito de fazer um diagnóstico precoce e assim, aumentar as chances de cura. E exames de rastreamento, quando não há quaisquer sintomas, porém, a pessoa se encontra em grupos que devem ser rastreados. No Brasil, a recomendação é que se inicie o rastreamento todas as pessoas de 50 a 75 anos de idade. Pessoas com 76 a 85 anos a decisão em fazer o rastreamento será em relação a sua expectativa de vida, estado de saúde e resultados dos exames anteriores (ONCOGUIA,2019).
Ainda, pessoas com menos de 50 anos que são elegíveis ao rastreamento precoce são aquelas com histórico familiar importante de câncer colorretal ou alguns tipos de pólipos, doença inflamatória intestinal, síndrome de Lynch ou ter realizado algum tratamento com radioterapia em abdome ou região pélvica (ONCOGUIA,2019).
Mas afinal, quais exames eu devo realizar para fazer o rastreamento do câncer colorretal?
Os tumores de cólon e reto podem ser rastreados por meio da detecção de sangue oculto nas fezes e exames como colonoscopia ou retossigmoidoscopia. Para o diagnóstico de câncer, é necessário realizar uma biópsia que pode ser realizada no momento do exame de colonoscopia ou retossigmoidoscopia, apenas com o resultado desta biópsia poderá confirmar se é ou não um tumor maligno (INCA,2020).
Quais são os sintomas do câncer colorretal?
Este tipo de câncer pode não apresentar nenhum tipo de sintoma, porém os sintomas mais comuns são:
-Presença de sangue nas fezes;
-Diarreia ou constipação;
-Sensação de não ter evacuado o suficiente;
-Dor abdominal, inchaço abdominal;
-Massa abdominal palpável;
-Perda de peso sem motivo aparente.
A presença destes sintomas não necessariamente indica que você tenha algum tumor, porém requerem investigação e diagnóstico. Na presença de algum deste ou outros sintomas, seu médico deverá ser consultado (INCA, 2019).
Fui diagnosticado com câncer colorretal, e agora?
Por seu desenvolvimento lentificado através dos pólipos e o rastreamento periódico, quando diagnosticado na fase inicial e não ter atingido outras estruturas (órgãos), este tipo de câncer é na maioria das vezes curável. Antes de iniciar o tratamento, a doença será estadiada, o que significa que serão realizados exames de imagem para delimitar a extensão que o tumor cresceu e se acometeu ou não outros órgãos (ONCOGUIA, 2019).
Após o estadiamento, o tratamento poderá ser realizado com uma modalidade ou combinado com mais terapias de acordo com o estágio da doença.
Os tratamentos disponíveis atualmente são locais, por meio de cirurgias, radioterapia, ablação e embolização, usados em estágios iniciais da doença, no entanto podem ser combinados com outras modalidades em outros estágios de acordo com a característica do tumor e recomendação médica (ONCOGUIA, 2019).
Tratamentos sistêmicos por meio de medicamentos via oral ou intravenosos como quimioterapia, terapia alvo ou imunoterapia. Lembrando que o tratamento será de acordo com as características do tumor e elegibilidade do paciente de acordo com as recomendações do seu médico (ONCOGUIA, 2019).
O câncer colorretal tem prevenção?!
Sim! As formas de prevenir esse tipo de câncer são manter hábitos de vida saudável através de uma alimentação equilibrada rica em fibras, frutas, verduras e legumes. Evitar o consumo de álcool, tabaco e alimentos processados, condimentados, defumados, enlatados.
A prática de atividade física e manutenção do peso corporal também são medidas que auxiliam na prevenção tanto do câncer colorretal como de outras doenças!


Autora: Letícia Noelle Corbo. Enfermeira especialista em Oncologia. Mestranda em Ciências da Saúde pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP) e membro do Neurorehab.

Referências:
Instituto Oncoguia. Tipos de câncer: Câncer Colorretal. Recomendações para o rastreamento do Câncer Colorretal. Equipe Oncoguia, fevereiro de 2019. Disponível online em: http://: http://www.oncoguia.org.br/conteudo/recomendacoes-para-o-rastreamento-do-cancer-colorretal/11404/179/

Instituto Oncoguia. Tipos de câncer: Câncer Colorretal. Tratamentos do Câncer Colorretal. Equipe Oncoguia, fevereiro de 2019. Disponível online em: http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tratamentos/492/185/


Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Câncer de intestino. Ministério da Saúde. Rio de Janeiro, fevereiro de 2020. Disponível online em: https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-intestino

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24 de janeiro: dia internacional da Síndrome de Moébius

Venho aqui fazer uma postagem, pois não posso deixar passar em “branco” essa data tão especial.
Trago em minha bagagem muitas coisas, fatos e acontecimentos que talvez não deveria nem lembrar, mas quando me recordo, me sinto forte e penso que valeu à pena.

Um exemplo foi a fase da infância, meu Deus que desespero… tanto choro, tantas coisas ao qual me “arrepia a pele”. Hoje sou uma pessoa bem melhor que ontem, olho tudo que vivi e penso como fui forte e como não desisti no meio do caminho.

Penso que provações são colocadas a cada pessoa, e o que é para eu passar, você não passa.
Chegar até aqui não foi fácil, fui subindo nos degraus da vida “um por um” e estou chegando aqui.

Já escrevi um livro, estou quase terminando uma graduação e estudo sempre para aprimorar meus conhecimentos. Falo isso de coração e para provar a vocês que quando se quer, tudo é possível. Entregue nas mãos de Deus.

Conheço muitas mamães de moébinhos, tios, tias, enfim, são moébius que não acabam mais. Gostaria muito de desejar nessa data, que nossa síndrome fosse conhecida, pela necessidade de aprimoramento e conhecimento dos profissionais da área da saúde e os demais.

Creio que se cada um “disseminar” uma sementinha ao próximo, moébius se tornará conhecida e nós portadores, mães e pais, teremos o maior prazer em informar a você, como é viver com essa síndrome raríssima.

Autora: Solange.

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Salve vidas, doe sangue!

O dia 25 de novembro é o Dia Nacional do Doador de Sangue, uma atitude simples que pode salvar muitas vidas. Então fique ligado nessa corrente do bem: doe sangue, salve vidas!

A cada bolsa de sangue doada, 4 vidas podem ser salvas, por isso, no Dia Nacional do Doador de Sangue, o Ministério da Saúde chama você para se tornar um doador regular.”

A coleta da bolsa dura cerca de 15 minutos, mas o processo de doação, da triagem até a doação leva em média 40 minutos. A coleta das bolsas de sangue é feita com material descartável, estéril, e de uso clínico.

Fonte: Ministério da Saúde.

Confira o conteúdo completo aqui.

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Novembro roxo: mês da prematuridade

Novembro é o mês da prematuridade, o nosso novembro roxo!

Vim contar minha experiência de quando a Amora morava no hospital. Ela nasceu de 27 semanas, pesando 760 gramas. Eu tive síndrome de hellp, uma pré eclampsia grave, e precisei interromper a gestação com urgência. Felizmente, a única sequela que tenho é uma tireoidite controlada com medicação. Poderia ser bem pior, já que eu corria um grande risco.

Amorinha teve várias intercorrências. Demorou 20 dias pra fazer o primeiro cocô, teve hemorragia intracraniana grau 2, crises convulsivas, apneias, retinopatia da prematuridade, pneumonia, hipertensão pulmonar… Chegou a perder as duas visões periféricas. Teve uma parada nos rins, inchou um monte e desinchou mais ainda. Ficou 86 dias no tubo!

Finalmente ela veio para o nosso colo, com um mês de vida! Começou a mamar no peito com quase três meses. Foram 111 dias de internação.

A Prematuridade, principalmente a extrema, é grave! E o Brasil possui alta taxa de partos prematuros. Uma maneira de prevenir a prematuridade é fazer um bom pré-natal. A saúde da gestante é fundamental para um parto a termo. Novembro Roxo tá aí! 💪💜

Autor: Mãe da Amora

Edição do Texto: Marjorie, Michel e Victória

  • Quer saber mais sobre o assunto? Confira o livro sobre cuidados com a prematuridade desenvolvido por pesquisadoras da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo disponibilizado no site do Ministério da Saúde, clicando aqui.

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AVC – O que é, causas, sintomas, tratamentos, diagnóstico e prevenção

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) acontece quando vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se rompem, provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea.

É uma doença que acomete mais os homens e é uma das principais causas de morte, incapacitação e internações em todo o mundo. Quanto mais rápido for o diagnóstico e o tratamento do AVC, maiores serão as chances de recuperação completa. Desta forma, torna-se primordial ficar atento aos sinais e sintomas e procurar atendimento médico imediato.

Fonte: Ministério da Saúde

Saiba mais sobre o tema clicando aqui.

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Câncer de mama: Vamos falar sobre isso?

Em 2019, a campanha do INCA no Outubro Rosa possui como focos principais a prevenção primária (ações para reduzir os fatores de risco) e a detecção precoce. O objetivo é fortalecer as recomendações do Ministério da Saúde para o rastreamento e o diagnóstico precoce do câncer de mama. A cartilha, já em sua quinta edição, foi um dos materiais produzidos para a campanha.

Referência: Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Câncer de mama: é preciso falar disso/ Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. – 5. ed. rev. atual. – Rio de Janeiro: INCA, 2019.

Acesse o PDF completo com mais informações clicando aqui.

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10 de outubro: dia mundial da saúde mental

O Dia Mundial da Saúde Mental tem como data o dia 10 de outubro, instituído em 1992, pela Federação Mundial de Saúde Mental. Os problemas relacionados a saúde mental são considerados pela OMS (Organização Mundial de Saúde) uma prioridade devido ao grande número de dias de incapacidade que o transtorno mental pode causar.

Transtornos mentais acompanham a história da humanidade, relatos de quadros depressivos podem sem encontrados em textos antigos, como poemas gregos e a Bíblia.

Pela sua característica de acometimento em pessoas jovens, os transtornos mentais, principalmente os mais graves, como esquizofrenia e transtorno afetivo bipolar, trazem impacto significativo não só na vida do paciente, como também na de seus familiares e outros como a depressão e quadros ansiosos, podem igualmente levar a um grande sofrimento subjetivo.

É importante lembrar: transtornos mentais são doenças como quaisquer outras e, desta forma, passíveis de tratamento com grande chance de melhora e cura em muitos casos. Reconhecer estes transtornos como doenças ajuda a vencer o preconceito de se falar sobre o assunto e mesmo de identificar casos que exijam atenção ao nosso redor. Muitos preconceitos já foram vencidos e hoje as famílias e a sociedade conversam livremente sobre temas como sexo, drogas eoutros tantos temas censurados anteriormente. Por que não também se conversar sobre isto?

Desde sua fundação, o Serviço de Psiquiatria da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, com sede atual no CAISM (Centro Integrado de Atenção à Saúde Mental – Vila Mariana), se dedica ao tratamento de saúde mental, são mais de 2000 atendimentos ambulatoriais ao mês e em torno de 700 atendimentos no Pronto-socorro.

Embora a maior quantidade de pacientes sofra de quadros depressivos ou de transtornos ansiosos, mais de 30% dos pacientes atendidos em ambulatório padecem de transtornos psicóticos e tem como tratamento adequado, a reabilitação e ganho novamente de qualidade de vida.

Há muito tempo o tratamento em saúde mental não é apenas farmacológico, sendo também executado por uma equipe de profissionais como: psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, fonoaudiólogos, enfermeiros, nutricionistas e auxiliares de enfermagem. Este profissionais buscam além da diminuição dosofrimento do paciente, a sua reabilitação psíquica e a busca das habilidades perdidas por conta da doença.

O primeiro passo é vencer o preconceito de pedir ajuda. Transtornos mentais são doenças e, como tal, podem ser tratados. Psiquiatras são médicos como todos os outros e os mais qualificados a tratar destas doenças.

Fonte: Dr. Elie Leal de Barros Calfat (Diretor Técnico do CAISM)Diretor Técnico Médico: Rogério Pecchini – CRM-SP 83165/RQE 47882

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