Guia de Profissionais que Atuam na Inclusão de Pessoas com Deficiência

O objetivo central deste material é possibilitar aos profissionais que atuam
com a inclusão de pessoas com deficiência nas empresas, ter melhor acesso a informações confiáveis, que possibilitem melhoria de processos e práticas que promovam a igualdade de oportunidades e direitos.
A inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho é um direito garantido por Lei.
As pessoas com deficiência são favorecidas pelo paradigma da inclusão social, cuja ênfase está no potencial e não na deficiência. Identificar esse potencial é o principal desafio para as empresas. A contratação de pessoas com deficiência deve representar a inclusão de um novo colaborador, produtivo e eficiente, capaz de agregar novos valores.

Este manual também oferece às empresas, orientações para contratar
pessoas com deficiência e desenvolvê-las profissionalmente. A intenção é ajudar as organizações a criar e manter uma Cultura de Inclusão Social que depende de todas as partes envolvidas: empresas, governo e as próprias pessoas com deficiência. As empresas devem querer contratar. O governo deve ter políticas públicas eficazes. As pessoas com deficiência devem ter postura e comportamento profissional, buscar o próprio desenvolvimento técnico e jamais pedir atitudes paternalistas e protecionistas. As diferentes vivências e experiências se somam para impulsionar o constante desenvolvimento de uma organização e de seus colaboradores. Assim, construímos um ambiente de trabalho inclusivo.

Acredita-se que assegurar a diversidade no seu âmbito geral, se traduz em incorporar aos nossos negócios novas formas de pensar, inovar e de lidar com problemas. Esperamos que as informações produzidas e disseminadas por meio deste guia, sejam utilizadas como ferramentas na redução da
exclusão e na efetiva inclusão social destas pessoas na empresa.

Acesso o Guia completo clicando aqui.

Consultoria empresarial para inclusão de PcDs

Talento Incluir é uma consultoria fundada por Carolina Ignarra desde 2008, após um acidente de moto que a deixou com paraplegia. Formada em educação física, Carolina tem como meta trabalhar para que no futuro, as cotas empresariais para pessoas com deficiência não tenham necessidade de existir mais.
Segundo a empreendedora, as cotas estimulam os clientes a procurar os serviços, no entanto, a consultoria empresarial está voltada a inclusão, ou seja, ao envolvimento de todos da empresa. Com isso, a contratação de uma pessoa com deficiência seria apenas uma consequência e não norma para cumprimento de cotas.
PcDs possuem oportunidades de empregos e cargos limitados, fazendo-se necessário a disseminação da cultura inclusiva. Com a atuação da Talento Incluir, cerca de 300 empresas atendidas nos mais de 10 anos de atuação, 7 mil profissionais com deficiência foram admitidos e um banco de currículos de 40 mil PcDs.
A ideia é expansão. Investir na tecnologia como forma de melhorar o ambiente de trabalho não só para quem possui alguma deficiência, é diminuir barreiras.

Fonte: G1

Acesse clicando no link: https://g1.globo.com/especial-publicitario/vae/noticia/2020/01/23/consultoria-ajuda-empresas-a-incluir-pessoas-com-deficiencia.ghtml

Reabilitação profissional e vagas para PcDs

Proposta de alteração das regras de reabilitação profissional pelo projeto da Lei 6159/19 altera a Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência (PcDs).
Espera-se com esta mudança, promover até o ano de 2022, reabilitação física e habilitação profissional de 1 milhão de pessoas que atualmente recebem o benefício por incapacidade.
Atualmente, as cotas para PcDs é de 2 a 5% para empresas com cem ou mais funcionários, e segundo o governo, apenas metade das vagas asseguradas pela lei estão preenchidas.
A Habilitação e Reabilitação profissional, passa a ser, com a proposta da Lei 6159/19, política integrante do regime geral da previdência social em resposta às incapacidades relacionadas a acidentes, doenças profissionais e deficiências. Deverá incluir, atendimento com tecnologia assistiva, qualificação profissional e reabilitação física.
Ainda, 50% do valor do Benefício de Prestação Continuada (BPC) será voltado para o auxílio inclusão de PcDs que exerçam atividades com remuneração de até dois salários mínimos e se enquadrem nas condições de segurado obrigatório do regime de Previdência Social.

Fonte: Câmara dos Deputados – reportagem de Ralph Machado

Link para acesso: https://www.camara.leg.br/noticias/620630-proposta-altera-regras-para-reabilitacao-profissional-e-contratacao-de-pessoa-com-deficiencia/

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