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Cirurgias menos invasivas podem reduzir mortes após AVC hemorrágico

Pacientes submetidos a essas cirurgias tiveram menos desfechos desfavoráveis, como óbito ou encaminhamento direto para cuidados paliativos

Escrito por: Marcia Avanza

Retirado de: Jornal da USP

O conteúdo apresentado abaixo foi retraduzido para facilitar a leitura e o entendimento

Nesta coluna, a primeira do ano, o professor Octávio Pontes Neto explica quando a cirurgia pode ser indicada para pessoas que sofrem um AVC hemorrágico.

Esse tipo de AVC ocorre quando um vaso sanguíneo se rompe dentro do cérebro, provocando um sangramento que forma um coágulo. Esse acúmulo de sangue pode comprimir o tecido cerebral ao redor. Em alguns casos, o sangramento é pequeno e pode ser tratado apenas com cuidados clínicos. No entanto, quando o hematoma é maior, causa piora do nível de consciência ou ameaça áreas importantes do cérebro, a cirurgia pode ser necessária para remover o coágulo e reduzir a pressão dentro do crânio.

Tradicionalmente, esse procedimento é realizado por meio de uma craniotomia aberta, técnica que envolve a abertura de uma área maior do crânio para acessar o cérebro. Embora seja eficaz em muitos casos, trata-se de uma intervenção mais agressiva, especialmente para pacientes idosos ou em estado clínico mais delicado.

Nos últimos anos, porém, surgiram técnicas minimamente invasivas, que utilizam pequenos orifícios, cateteres ou endoscópios para chegar até o coágulo. Essas abordagens causam menos trauma ao cérebro e tendem a ser menos agressivas para o paciente.

Segundo o professor, ainda não existem ensaios clínicos randomizados comparando diretamente esses métodos em casos de AVC hemorrágico. Mesmo assim, um estudo recente publicado na revista Annals of Neurology, no final de 2025, trouxe dados relevantes. A pesquisa analisou quase 8 mil pacientes que passaram por cirurgia após um AVC hemorrágico espontâneo ao longo de dez anos, com base em um grande registro hospitalar dos Estados Unidos.

Os pesquisadores compararam a cirurgia aberta tradicional com técnicas minimamente invasivas, incluindo métodos estereotáxicos e endoscópicos. Os resultados indicaram que pacientes operados com técnicas minimamente invasivas tiveram menor risco de morrer durante a internação em comparação com aqueles submetidos à cirurgia aberta.

Além disso, esses pacientes apresentaram menos desfechos graves, como morte ou encaminhamento direto para cuidados paliativos, e tiveram maior probabilidade de receber alta para programas de reabilitação. Esse resultado sugere melhores perspectivas de recuperação.

O benefício foi mais evidente em pacientes com 65 anos ou mais e também entre homens. Entre as técnicas analisadas, a abordagem estereotáxica, que utiliza imagens para guiar com precisão a retirada do coágulo, apresentou a maior redução na mortalidade.

Por outro lado, o estudo não encontrou diferenças claras na capacidade de caminhar ou no nível de independência funcional dos pacientes no momento da alta hospitalar. Isso indica que, embora essas técnicas possam aumentar as chances de sobrevivência, ainda são necessários estudos que acompanhem os pacientes por mais tempo para avaliar melhor os impactos na recuperação.

De acordo com o professor, a principal mensagem é que o tratamento do AVC hemorrágico está avançando. O objetivo é desenvolver intervenções cada vez mais seguras e menos agressivas, especialmente para pacientes mais vulneráveis.

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