red dragon casino vegas
talking stick resort & casino
how to stream poker face
euphoria 21 adventure slots download
Niccce Crystal Waters Bonus On Ignition Casino Online Slots
Caesars Slots Android App Review
Empower Your Health With Holistic Gummies Cbd Shorts
Proposed Change To Tn Hemp Regulations
Fast Weight Loss Pills Evaluating Quickacting Weight Management Solutions
3 Dinner Recipe To Lose Weight Fast Diet Plan 2025 Lose 1 Kg In 1 Day Drshikha Singh
Zygenx Review Male Enhancement Supplement 2019
Hardcore Cbd Gummies Reviews And Warning Watch Before Buying
The Male Organ And The Consequences Of Not Using It In Old Age
keto-acv-gummies
keto-acv-gummies
keto-acv-gummies

O outubro rosa e as mulheres com deficiência: inclusão para quem?

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é  considerado um grave problema de saúde pública, pois é o que mais acomete as mulheres no Brasil (exceto para os casos de câncer de pele não melanoma). De acordo com o INCA, as estimativas de câncer de mamas no Brasil, para o ano de 2023 são de 625 mil novos casos.1

Com intuito de reduzir a morbidade e mortalidade, têm-se adotado estratégias de diagnóstico precoce e de rastreamento da doença. Porém, para que essas medidas sejam eficazes, faz-se necessário o acesso ao diagnóstico e ao rastreamento precoce, sobretudo nas mulheres com deficiência. Outro ponto importante é conhecer os fatores de risco da doença, pois existem dois grupos para o câncer de mama:

  1. Fatores de risco não-modificáveis: histórico familiar, menopausa tardia (acima de 50 anos),ausência de gestação, primeira gravidez depois dos 30 anos e envelhecimento.
  2. Fatores de risco modificáveis: tabagismo, consumo de álcool, excesso de peso e sedentarismo.1,2

Atualmente o Ministério da Saúde do Brasil preconiza o exame clínico das mamas, em mulheres saudáveis, sem sinais e sintomas nas mamas, (realizado por enfermeiro ou médico para o diagnóstico diferencial de lesões palpáveis, que é um complemento essencial na investigação diagnóstica de doenças mamárias) e o exame da mamografia como padrão ouro para rastreamento do câncer de mama. A periodicidade dos exames1-3 é apresentada na Figura 1:

Fonte: INCA, 2020

A mamografia funciona como uma espécie de raio X das mamas e para realizá-lo a mulher deve ficar de pé e com as mamas descobertas para que o mamógrafo possa comprimir uma de cada vez. Desta maneira, convidamos vocês para uma breve reflexão: como as mulheres com deficiência motora (e aqui podemos citar por exemplo a paraplegia e a tetraplegia) conseguem fazer a mamografia? A resposta é breve, caros leitores: na prática é quase impossível, porque essas mulheres ainda permanecem invisíveis em muitas campanhas de promoção a saúde no contexto da saúde brasileira.

Se levarmos em consideração as 8 milhões de brasileiras com deficiência física (de acordo com o último Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE… atualmente os números devem ser muito maiores) os obstáculos de peregrinação da mulher com deficiência para acesso aos serviços de saúde, sobretudo os ginecológicos e obstétricos serão muitos.4

Um estudo de revisão, realizado em 2019, identificou como são realizados o rastreamento de câncer em mulheres  com  deficiência e pasmem… são inúmeros: problemas  com  a  estrutura física do local (salas e maquinários com pouca ou nenhuma adaptação), atitudes inconvenientes dos profissionais (falas e posturas inadequadas) e falta de conhecimento das mulheres (acarretando dor, desconforto e sentimentos de vergonha).5

Neste sentido, para a garantir acesso ao diagnóstico e ao tratamento, foi criada a Lei Nº 13.362/2016, que garante às mulheres com deficiência as condições adequadas para prevenir e tratar o câncer de colo e de mama, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).6  A Lei está em vigência há quatro anos e o desafio para inclusão e acesso da mulher com deficiência aos métodos de rastreamento e tratamento continuam presentes em muitas cidades do país.

Portanto, a mensagem que gostaríamos de levar até você vai além da conscientização sobre prevenção do câncer de mama, afinal mamógrafos, macas e salas adaptadas para mulher com deficiência nós sabemos que existem, mas para quem? Afinal, incluir é um direito e um dever de todos.

Autores:

Profa. Dra. Geyslane Pereira Melo de Albuquerque – Universidade de Pernambuco (UPE). Lattes: http://lattes.cnpq.br/4014711467514511

Profa. Dra. Fabiana Faleiros – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP/USP). Lattes:  http://lattes.cnpq.br/8991651738080247

Prof. Dr. Jonas Carvalho e Silva – TU Dortmund. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9382335692312792

Prof. Dr. Cristoph Käppler – TU Dortmund. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9874801656623250

3 thoughts on “O outubro rosa e as mulheres com deficiência: inclusão para quem?

  1. Pingback: Inclusão da mulher com deficiência nos serviços de saúde: desafios e estratégias de ampliação – D+Informação – USP

Deixe um comentário para ANDREA Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pular para o conteúdo