motor.city casino
mississippi stud poker app
Powerful Prayer For High Blood Pressure
Blood Pressure Too Low Page Babycenter
Does Apple Cider Vinegar Help Fungal Nail Infections What To Know
Basmati Rice Is It Really Safe For Your Blood Sugar
What Is Blood Sugar Regulation And Why Does It Matter
Cbd Gummies Shark Tank 08597266
Ciao Health Cbd Caution Ciao Health Cbd Gummies Ciao Health Cbd Gummies Review
Jolly Delta 9 Cbd Gummies 2 Pack 20mg Thc 30mg Cbd
Cbd Gummies Watermelon Slices
12330 30 Day Walking Treadmill Challenge For Fat Burn Day 1 Laurengiraldo Weightlossjourney
Guide To Low Testosterone Treatment
How To Increase The Size Of The Penis
Alpha Max Male Performance Gummies Read Customer S Reviews In2024
17 Kg Weight Loss Itne Busy Schedule Ke Bawajood
Nyc Bullhorn Lip Lift Surgery New York Subnasal Lip Enhancement
Medshopping Ge Brand New Etb Negative Pressure Bottle Mounting Arm

Adaptador para deficientes visuais autoaplicarem insulina é criado por estudantes

A autoaplicação de um medicamento tem sempre seus riscos, mas realizá-la tendo algum tipo de deficiência visual pode ser ainda mais arriscado, como na aplicação de insulina, por exemplo, ação considerada potencialmente perigosa (MPP). Ou seja, se aplicada uma dose acima do necessário, pode levar o paciente a ter sérios problemas ou até mesmo levá-lo a óbito, e, se aplicada em menor quantidade, pode causar a progressão da doença. 

Para auxiliar essas pessoas na aplicação sem riscos,  as alunas Ana Júlia de Lana Silva, Lorena Alves Pantoni, Alessandra H. Boroski e Júlia Mendez, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, em parceria com o aluno de psicologia Luciano Delphino de Azevedo Júnior, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), desenvolveram um adaptador externo à seringa que limita a quantidade que a pessoa aspira com base na prescrição médica ou protocolo terapêutico. 

 O adaptador recebeu o nome de Eyedapter, e foi criado com material biodegradável em impressora 3D, mas os estudantes garantem que pode ser produzido por métodos tradicionais de fabricação. “Fabricar o produto desta forma permitirá a produção em massa desta ferramenta, o que reduz muito os custos”, afirma Luciano.

Luciano foi o responsável por desenvolver o adaptador na impressora 3D. “Com a chegada do Luciano, foi possível que nosso primeiro modelo do adaptador ganhasse vida, sendo criado assim o protótipo”, conta Ana Júlia. A parceria, segundo Alessandra, outra participante, “ampliou a rede de contatos do grupo e possibilitou a colaboração entre alunos de diferentes universidades no projeto, além de enriquecer as experiências e o alcance da iniciativa”.

Com a fase de testes finalizada, chegou-se à conclusão de que o Eyedapter seria uma inovação no mercado. Eles apresentaram o projeto ao Health Innovation (H-Innova), um consórcio entre hospitais, empresas, universidades e centros de pesquisa que organiza uma competição para avaliar projetos desenvolvidos por alunos de diversas universidades ao redor do mundo. Dentre os 12 grupos competidores, as estudantes de Enfermagem, únicas brasileiras participantes do evento, chegaram até o final da competição.

Agora, as integrantes esperam o fim da pandemia para testar o protótipo em indivíduos portadores de diabete, de diferentes faixas etárias e níveis de acuidade visual. Por meio dos testes, vão coletar sugestões dos usuários para elaborar a versão definitiva do Eyedapter.

Confira o vídeo de como funciona o protótipo aqui.

Fonte: Jornal da USP

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Acessar o conteúdo