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Reabilitação de pessoas com lesão medular traumática: estudo do intestino neurogênico e sua relação com a qualidade de vida, satisfação e estilo de vida.

Estudo quantitativo, exploratório, descritivo e transversal, com objetivo de avaliar o manejo do intestino neurogênico e sua relação com a qualidade de vida (QV), satisfação e estilo de vida em pessoas com lesão medular traumática (LMT). Seguidos os preceitos éticos, a amostra foi composta por 81 adultos com LMT, de dois centros de reabilitação dos estados de São Paulo e Santa Catarina. Os dados foram coletados a partir de cinco instrumentos previamente validados (questionários sociodemográfico e de caracterização da LMT, Índice de Tratamento do Intestino e da Bexiga (BBTI) e dois data sets de função intestinal e QV desenvolvidos pela International Spinal Cord Society (ISCoS)). Foram realizadas análises descritivas e correlacionais. A maioria dos participantes era do sexo masculino, jovens, com idade média de 36 anos no momento da lesão, baixa escolaridade, beneficiários da previdência social, com baixa renda familiar (até três salários mínimos) e com a LMT no nível torácico.

As principais causas da LMT foram acidentes de trânsito e queda, o tempo médio da LMT era de 4,7 anos. Os participantes utilizavam principalmente medidas conservadoras (massagem abdominal, manobra de Valsalva e estímulo dígito-anal) como método para esvaziamento intestinal. Cerca de 90% necessitava de até 30 minutos para o manejo intestinal, e tinha frequência de defecação acima de duas vezes por semana. Aproximadamente metade dos participantes relatou incontinência fecal. A independência para o cuidado intestinal não foi associada ao nível da LMT, no entanto esteve associada à satisfação com a rotina de cuidados intestinais e ao tempo da LMT, assim quanto maior o tempo de lesão, maior foi a independência para o manejo intestinal.

Aproximadamente 40% e 35% referiram alterar suas rotinas diárias devido à incontinência fecal e constipação, respectivamente. O impacto na QV devido aos problemas intestinais foi relatado por 77,8% da amostra. Não houve diferença estatisticamente significativa entre QV geral, com a saúde psicológica e com a saúde física (p>0,05). A QV geral esteve associada ao tempo de LMT, e foi menor entre as pessoas que tiveram que alterar suas rotinas devido a perdas fecais e entre aquelas que precisavam utilizar fraldas.

As pessoas satisfeitas com suas rotinas de cuidado intestinal apresentaram maior QV geral e maior satisfação com a saúde psicológica. Ainda há que se progredir na reabilitação intestinal das pessoas com LMT, desenvolvendo estratégias de capacitação para o manejo intestinal, com a finalidade de reduzir os fatores que impedem ou dificultam a pessoa com LMT a retornar para suas atividades sociais e laborais, acarretando prejuízos na vida pessoal e para a economia do país já que a maioria dessas pessoas era economicamente ativa e agora dependem da previdência social e dos serviços de saúde com mais frequência.

Os achados deste estudo podem subsidiar a prática clínica nos serviços de reabilitação, considerando que um programa de reabilitação precocemente iniciado e individualmente planejado pode auxiliar a pessoa com LMT a ter um funcionamento intestinal adequado e consequentemente uma melhor QV, satisfação e estilo de vida.

Leia este estudo na íntegra através do link: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-28032018-162226/pt-br.php

Autor: Josana Cristina Faleiros e Silva

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