grand win casino
free slot games with bonus rounds no download
Average Systolic And Diastolic Blood Pressure
Top Answers To Patients Questions About Normal Blood Pressure American Medical Association
Choosing The Best Cbd Gummies For Back Pain
Experience The Difference Fab Cbd Gummies Review
What Nutrients Are Essential For Male Sexual Health
Benefits Of Scion Organics Cbd Gummies For Pain And Anxiety
Performax Labs Oxymax 60 Caps Weight Loss Support
When Is The Best Time To Take Testosterone Boosters

Cientistas da USP identificam mais um mecanismo envolvido na forma mais grave da COVID


A covid-19 é uma doença inflamatória causada pelo novo coronavírus, SARS-CoV-2, e a evolução varia bastante entre os pacientes. Algumas pessoas infectadas não apresentam sintomas, enquanto outras evoluem para uma pneumonia grave e até para a síndrome respiratória aguda ou morte.

Só no Brasil já foram quase 170 mil mortes por complicações da covid-19. Os processos que promovem o agravamento dos casos e levam alguns pacientes a óbito ainda são desconhecidos. 

Também são desconhecidos os mecanismos envolvidos na sua natureza inflamatória e resposta imune contra esses vírus, ou seja, os mecanismos de defesa que o organismo utiliza para combater essa infecção. 

Um importante passo para esse entendimento foi dado por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. Estudo liderado pelo professor Dario Zamboni, do Departamento de Biologia Celular e Molecular e Bioagentes Patogênicos da FMRP e do Centro de Pesquisas em Doenças Inflamatórias (Crid), mostra que um conjunto de moléculas presentes dentro das células e envolvidas na inflamação, o chamado inflamassoma, pode ajudar a prever se o paciente evoluirá para casos mais graves ou mais leves da covid-19.

O inflamassoma de NLRP3 é composto de um conjunto de moléculas que, quando ativadas, se aglomeram no interior das células de defesa formando estruturas chamadas “puncta”, que indicam que os inflamassomas estão ativos.

 “Se os inflamassomas estão ativos, eles vão levar a um processo inflamatório que pode promover o controle de algumas infecções. Mas se o processo inflamatório for muito forte, descontrolado, ele pode levar a uma resposta exacerbada, causar danos aos tecidos e piorar o quadro clínico em algumas doenças. Esse parece ser o caso de pacientes com quadros moderados e graves de covid-19, aqueles que procuram atendimento hospitalar”, revela o professor Zamboni.

Dario Simões Zamboni – Foto: Divulgação/FMRP USP

Essa foi a primeira vez que pesquisadores associaram o inflamassoma de NLRP3 com a evolução da covid-19 para desfechos menos favoráveis aos pacientes.

Utilizando amostras de 124 doentes com casos graves e moderados, o estudo mostrou que o grau de ativação dos inflamassomas está associado ao desfecho clínico dos pacientes.

Segundo o professor Zamboni, esses achados sugerem que, nos casos graves, a ativação muito forte do inflamassoma está sendo prejudicial aos pacientes.

“Essa descoberta é importante pois abre caminhos para novas possibilidades de tratamentos para a covid-19, uma vez que já existem drogas eficazes que inibem a ativação dos inflamassomas.”

O estudo, financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp),  acaba de ser publicado no Journal of Experimental Medicine, um dos mais importantes jornais médicos científicos do mundo, e conta com outros 43 autores da USP em Ribeirão Preto e do Hospital das Clínicas da FMRP.

Fonte: Jornal da USP

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Acessar o conteúdo