free no download texas holdem poker
luckyland slots free play
casinoplusph
vegas jackpots 777 download for android
babacasino com
Casino Online Per 2022 Ganador Peruano Gan 2800 Soles En Las Mquina Tragamonedas
Free Clams Casino X Asap Rocky Type Beat Cop
Semaglutide Weight Loss Update Glp1 Dose Side Effects What I Eat
Best Foods For Weight Loss
Why You Need To Try Our Cbd Gummies Today
keto-acv-gummies
keto-acv-gummies
keto-acv-gummies
keto-acv-gummies
keto-acv-gummies

Inclusão de gestantes com deficiência nos serviços de saúde

Escrito por:

Estela Simões da Silva, acadêmica do curso de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora das Graças da Universidade de Pernambuco (FENSG/UPE). http://lattes.cnpq.br/6372757542391146;

Julia Victória Almeida Barbosa, acadêmica do curso de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora das Graças da Universidade de Pernambuco (FENSG/UPE). http://lattes.cnpq.br/3976372121558780;

Kauany Vieira do Nascimento, acadêmica do curso de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora das Graças da Universidade de Pernambuco (FENSG/UPE). https://lattes.cnpq.br/0872568271052979.

Profa. Dra. Geyslane Pereira Melo de Albuquerque, professora do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), vice-líder do Neurorehab. http://lattes.cnpq.br/4014711467514511

A inclusão de gestantes com deficiência nos serviços de saúde é uma questão de extrema importância para a promoção da equidade e garantia de seus direitos. Segundo a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) nº 13.146, de julho de 2015, a deficiência é entendida como o resultado da interação entre impedimentos corporais e barreiras sociais, ambientais e comportamentais.

Por isso, é muito importante que os serviços de saúde estejam preparados para oferecer uma assistência adequada para as gestantes com deficiência, assegurando-lhes acesso completo às ações e serviços de saúde, como estabelecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A Portaria nº 569, de 1º de junho de 2000, mostra a importância do acolhimento e da responsabilidade das equipes de saúde com a gestante, garantindo um atendimento inclusivo e de qualidade durante toda a gestação, parto e puerpério. Para que essa assistência seja eficaz, é importante romper barreiras físicas, comunicativas e comportamentais nos serviços de saúde, além de capacitar os profissionais para que possam atender às necessidades específicas dessas gestantes.

Para que isso aconteça, a acessibilidade dessas mulheres aos serviços de saúde precisa ser respeitada, ela está diretamente ligada à garantia dos direitos fundamentais, como o direito à vida, à liberdade, ao trabalho e à educação. No entanto, para que esses direitos sejam realmente efetivos, é essencial ir além da adaptação dos espaços físicos. A acessibilidade também passa pela forma como a sociedade se comunica e interage com as pessoas com deficiência, promovendo um ambiente mais inclusivo e respeitoso.

No caso das gestantes com deficiência, os desafios são ainda mais evidentes e isso pode dificultar não apenas o acesso ao pré-natal, parto e puerpério, mas também comprometer a autonomia e o bem-estar dessas mulheres. A Atenção Básica, como porta de entrada para o sistema de saúde, tem um papel essencial no acolhimento dessas gestantes. Para isso, é fundamental que os profissionais estejam capacitados para enxergar além das necessidades fisiológicas, considerando as particularidades de cada mulher e garantindo um atendimento que respeite sua individualidade e dignidade.

A Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS), do Ministério da Saúde, reformulada pela Portaria nº 2.446, de 11 de novembro de 2014 (atualmente Portaria GM/MS de Consolidação nº 2, de 28 de setembro de 2017), reafirma o compromisso que o Estado brasileiro tem em expandir e aprimorar as ações de promoção da saúde nos serviços e na gestão do SUS para as mulheres com deficiência e mobilidade reduzida, o que inclui todas as fases da vida de uma mulher, desde o nascimento, desenvolvimento, gravidez até o envelhecimento.

Assegurar a acessibilidade de mulheres com deficiência que estão gestantes é uma maneira de contribuir para a diminuição da morbimortalidade materna e neonatal, além de garantir o pleno exercício dos direitos humanos das mulheres com qualquer tipo de deficiência. O cuidado obstétrico precisa ser acessível a todas as mulheres, sem qualquer tipo de exclusão. Para isso, é essencial adaptar as maternidades, hospitais e centros de parto normal, garantindo uma infraestrutura que atenda às necessidades das gestantes com deficiência. Quando garantimos um atendimento acessível e respeitoso, estamos não apenas reduzindo riscos para mães e bebês, mas também assegurando que todas as mulheres possam exercer seus direitos com dignidade e segurança.

Referências:

BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de Atenção à Saúde das Mulheres com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2020. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_atencao_mobilidade_reduzida.pdf. Acesso em: 19 mar. 2025.

SOUZA, Luciana Pereira de; LOPES, Carla Lúcia Santana. Vivências de mulheres com deficiência física na assistência ao trabalho de parto e parto. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 77, supl. 3, p. 1-10, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/reben/a/vfbXXNfZ4jsT3kysvmvhT3C/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 19 mar. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde e Secretaria de Atenção à Saúde. Guia de Atenção à Saúde das Mulheres com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Brasília, DF, 2019. P. 45- 70. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_atencao_mobilidade_reduzida.pdf.

GOV.BR. Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Capacistismo: o que é, como combater e por que é tão importante falar sobre o tema. Publicado em: 11/01/2024. Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2024/janeiro/capacitismo-o-que-e-como-combater-e-por-que-e-tao-importante-falar-sobre-o-tema.

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde da pessoa com deficiência. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-da-pessoa-com-deficiencia. Acesso em: 19 mar. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 569, de 1º de junho de 2000. Dispõe sobre a atenção à saúde da mulher no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 08 jun. 2000. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2000/prt0569_01_06_2000_rep.html. Acesso em: 19 mar. 2025.

Leia também:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pular para o conteúdo