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Úlceras Venosas Crônicas

Autor: Enf. Dr. Marcelo Monteiro Mendes
Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/2067150460562125

A etiologia das úlceras venosas crônicas é a insuficiência venosa crônica (IVC). É considerada um dano frequente no mundo, e cerca de 40% das pessoas com IVC irão manifestar alguma sintomatologia ao longo da vida (BEEBE-DIMMER    et    al.,    2005; MEULENDIJKS   et   al.,   2019). Essa   patologia   é caracterizada   primariamente   por   um   distúrbio   de   transporte   sanguíneo   nas   veias superficiais, profundas ou em  qualquer  área  de  leito  venoso,  mas  principalmente  em membros inferiores (BEEBE-DIMMER et al., 2005).

As Úlceras Venosas Crônicas (UVC) nos membros inferiores são lesões que acontecem em função da IVC (estase venosa), com história pregressa ou não de varizes, que perduram muito tempo e se tornam feridas crônicas, pelo seu processo lento de cicatrização. Acomete mais mulheres do que homens e aparecem no terço médio das pernas (BEEBE-DIMMER et al., 2005).

            As UVC são feridas de difícil cicatrização, às vezes grandes, com mau cheiro, o que obriga os portadores a esconder a ferida, à mudança e adequação do seu estilo de vida. Os indivíduos acometidos sofrem críticas sociais e tem sua autoestima diminuída.

            Os primeiros sinais e sintomas da estase venosa crônica que pode levar ao aparecimento das UVC são:

  • Sensação de peso;
  • Prurido e cansaço;
  • Pele mais escura (dermatite ocre),
  • Inchaço (edema).

            As UVC não têm cura, no entanto o tratamento adequado da ferida consegue fazer com que a lesão cicatrize, e com manejo clínico adequado e cuidados profiláticos evita-se o aparecimento de lesões novas e recidiva das lesões antigas (MEULENDIJKS   et   al.,   2019).

            Quando a UVC já está instalada na forma de ferida crônica, são necessárias várias abordagens para o sucesso do tratamento, em especial o curativo ideal para acelerar a cicatrização da ferida. Hoje existem no mercado várias coberturas disponíveis, no entanto é necessária uma avaliação minuciosa da ferida, feita por um enfermeiro habilitado, para que a escolha acertada do curativo ajude na cicatrização, além da associação de uma terapia contensiva/compressiva (elástica ou inelástica) para acelerar ainda mais a cicatrização.

            Existem vários métodos de terapias compressivas disponíveis no mercado, divididos em bandagens inelásticas e elásticas. Um exemplo é a Bota de Unna, uma bandagem inelástica, utilizada há vários anos para o tratamento da úlcera venosa, sendo a terapia mais indicada. Bandagens elásticas incluem as faixas elásticas que são efetivas, devido sua fácil aplicação e a possibilidade de trocas frequentes de curativos.

            Para otimizar a cicatrização, é indispensável a preparação do leito da ferida. É indispensável que as lesões ulceradas de membro inferiores sejam desbridadas (remoção de tecido morto), utilizando-se métodos químicos, autolítico ou mecânicos, para permitir a formação de um tecido de granulação saudável e uma adequada epitelização.

            Após a cicatrização da UVC é essencial o acompanhamento adequado dos pacientes para prevenir o retorno das ulcerações. Recomenda-se o uso de meias elásticas de média compressão; cuidados com a pele, exercícios com a panturrilha e dieta adequada são medidas importantes e que influenciam para diminuir a chance de retorno das úlceras em membros inferiores.

Referências:

  • BEEBE-DIMMER, J. L. et al. The epidemiology of chronic venous insufficiency and varicose veins. Annals of Epidemiology, v.15, n. 3, p. 175–184, mar. 2005.
  • MEULENDIJKS, A. M. et al. A systematic review on risk factors in developing a first‐time Venous Leg Ulcer. Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology, v. 33, n. 7, p. 1241–1248, jul. 2019.

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