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Esculturas que denunciam a invisibilização de pessoas com deficiência viajarão pela capital em nova fase itinerante

Pessoas carregando um carrinho de bebê

As obras, táteis e acessíveis para pessoas de baixa visão, circularão por espaços públicos da cidade, congressos e inaugurações

Escrito Por: Diego Facundini

Retirado de: Jornal da USP

As esculturas da instalação COMtornos, criadas pela artista Karen Montija, viajarão a cidade de São Paulo em uma nova fase itinerante. Reveladas pela primeira vez durante a quinta edição do Simpósio Internacional sobre Linguagem e Cognição (Lincog), em novembro do ano passado, na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, as peças metálicas estão desde fevereiro circulando pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. A próxima parada é o Instituto de Psicologia (IP), agora em julho.

Ao sair da USP, a mostra percorrerá lugares como o Museu da Inclusão, na sede da Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SDPCD), o Centro de Treinamento Paralímpico e o Edifício Conde Matarazzo, onde fica a sede da prefeitura de São Paulo.

São quatro finas silhuetas vermelhas feitas de ferro, que representam, em tamanho real, indivíduos com diferentes deficiências – uma pessoa cega, uma pessoa surda, uma pessoa autista e uma pessoa com mobilidade reduzida.

“Se você olha de frente, se tiver bastante informação em volta, ela [a escultura] é quase imperceptível, mas se você caminha por ela, você consegue ver a espessura da fita de ferro que a gente fez”, diz Karen. As obras são também uma colaboração entre ela e o cenotécnico Allan Torquato, que transformou os desenhos da artista em objetos tridimensionais. “É justamente para tratar sobre a invisibilidade das pessoas com deficiência. Você precisa mudar o seu ponto de vista, você precisa se mover, você precisa se movimentar para conseguir perceber essa silhueta”, completa a artista.

Obras acessíveis

Karen Montija é mestre pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, onde pesquisou a acessibilidade para a experiência estética de obras artísticas. Em sua dissertação (que posteriormente resultou no livro Arte COM Acessibilidade), desenvolveu a Proposta de Acessibilidade e Experiência Estética (PAEE), propondo a criação de obras que, em uma dimensão sensível da arte, de pronto, sejam acessíveis a pessoas cegas. Na instalação COMtornos, por exemplo, o espectador é convidado a tocar e sentir as esculturas, a colocá-las em contato com seu corpo. “Você se movimenta. Você abaixa, você levanta, você vai no entorno da escultura, para poder ter a sua experiência quando você vai de encontro com aquela pessoa que está sendo ali representada”, explica a artista visual.

A mostra foi exposta pela primeira vez na praça coberta da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin como parte da quinta edição do Simpósio Internacional sobre Linguagem e Cognição (Lincog), que ocorreu entre os dias 6 e 9 de novembro de 2024. O evento foi organizado pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, trazendo para a discussão pessoas com deficiência, principalmente pessoas cegas, com o objetivo de debater a acessibilidade e a integração no meio acadêmico. Na ocasião, Karen foi convidada a criar uma exposição acessível pelos coordenadores do evento, os professores Paulo Eduardo Capel, da Faculdade de Odontologia (FO) da USP, e Maria Célia Lima-Hernandes, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

Hoje, é o professor Capel quem organiza e coordena a itinerância da instalação. Segundo ele, a ideia é que, além dos lugares onde as esculturas já estão programadas para serem expostas, elas também circulem brevemente por congressos ou inaugurações. Já existem conversas, por exemplo, para que a mostra apareça durante o I Congresso Internacional sobre Deficiência da USP, que ocorrerá no prédio da História e Geografia da FFLCH entre os dias 21 e 24 de outubro deste ano.

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