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Startup utiliza ciência da informação para encurtar e baratear diagnósticos de neurodivergências

Pesquisador da USP fundou empresa a partir de trabalho que desenvolveu em programa de mestrado profissional

Escrito por: Maria Luiza Negrão, do LAC – Laboratório Agência de Comunicação da ECA
Editado por Diego Facundini, sob supervisão de Antonio Carlos Quinto e Silvana Salles

Retirado de: Jornal da USP

O conteúdo apresentado abaixo foi retraduzido para facilitar a leitura e o entendimento.

Uma nova startup brasileira promete melhorar o atendimento a pessoas neurodiversas, com custos mais baixos e diagnósticos feitos em menos tempo. Criada por Gabriel Felipe Cotta Cirino, a Braine, sigla para Brazilian Artificial Intelligence for Neurodiversity, usa tecnologia para tornar o cuidado em saúde mental mais rápido e acessível. Segundo ele, a proposta é reduzir um diagnóstico de autismo, que hoje pode levar até um ano, para apenas algumas semanas, além de diminuir o custo, que costuma variar entre cinco e dez mil reais, para valores muito menores.

A startup nasceu a partir do mestrado profissional de Cirino, orientado pela professora Ednéia Silva Santos Rocha, no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Escola de Comunicações e Artes da USP. A pesquisa resultou na dissertação Desenvolvimento de soluções tecnológicas inclusivas em saúde mental, defendida em 2024, que reúne áreas como ciência da informação, inteligência artificial, ética e neurodiversidade para pensar soluções práticas para a sociedade.

Atualmente, a Braine trabalha com três ferramentas principais. A primeira é a AURA-T, um sistema que usa algoritmos para identificar sinais do Transtorno do Espectro Autista em crianças, analisando comportamento, linguagem e interação social. A segunda é o Care360, uma plataforma que organiza informações e conecta pacientes, familiares e profissionais de saúde para facilitar o acompanhamento. Já a Bruna é uma assistente virtual que ajuda pessoas neurodivergentes a organizar tarefas e rotinas do dia a dia.

A motivação de Cirino para desenvolver o projeto vem de sua própria história. Ele conta que levou 15 anos para concluir a graduação em Publicidade e Propaganda, passando também por tentativas em outros cursos. Durante esse período, enfrentou dificuldades relacionadas à ansiedade. Mais tarde, recebeu o diagnóstico de Transtorno de Ansiedade Generalizada, TDAH e a possibilidade de altas habilidades. A partir disso, passou a compreender melhor suas dificuldades e a enxergá-las de outra forma.

Segundo ele, o diagnóstico trouxe sentido à sua trajetória e ajudou a transformar desafios em potenciais. Com o acesso ao cuidado adequado, conseguiu concluir a faculdade e ingressar no mestrado profissional, que tem como foco aplicar o conhecimento acadêmico no mercado de trabalho.

Para Cirino, o diagnóstico não deve ser visto como um rótulo, mas como um caminho para o cuidado. Ele acredita que é preciso ampliar o debate sobre inclusão e reconhecer que existem diferentes formas de pensar e aprender. Atualmente, ele cursa o doutorado em Ciência da Informação na USP e pretende expandir ainda mais a atuação da Braine. Seu objetivo é colaborar com municípios para reduzir filas de atendimento e garantir cuidado precoce a crianças nas áreas da saúde, assistência social e educação.

A ciência da informação teve papel fundamental no desenvolvimento da startup, especialmente no cuidado com dados sensíveis dos usuários. Cirino explica que, para ele, saúde é transformar dados em informação e informação em conhecimento. A Braine conta com apoio do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia da USP e utiliza inteligência artificial para apoiar diagnósticos e acompanhamentos, permitindo que os profissionais de saúde tenham mais tempo para se dedicar ao cuidado direto com as pessoas.

Com experiência anterior no mercado de trabalho e no desenvolvimento de tecnologias, Cirino acredita que o empreendedorismo é essencial para levar o conhecimento produzido na universidade para a sociedade. Para ele, iniciativas como a Braine mostram como a pesquisa acadêmica pode gerar impacto social concreto e contribuir para um atendimento mais humano, inclusivo e eficiente.

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