usa real money online casino
casino games android
pokerstars nj casino
Juego Caliente En Hot Fiesta Casinos Online Chilenos Con Dinero Real Las Mquinas Tragamonedas
Where Luxury Meets Luck Marina Bay Sands Casino Travelfar Travel Marinabaysands Casino
Which Delta8 Cake Vapes Are Fake
Cbd With Db What Is Thca Vs Thc
Natural Sleep Gummies Review Valerian Root For Better Sleep Beast Bites Honest Review
Losing Weight Staying Motivated
Weight Loss Yoga Challenge Workout 3 20 Minute Fat Burning Yoga Meltdown Beginner Intermediate
Jaggery Health Benefits For Weight Loss Skin Hair Saaol
How To Increase Penis Size By Several Inches Guraranteed
Gummies For Ed Videos Industrial Insights And Analysis
can-you-bring-cbd-gummies-on-a-plane-79872069
where-can-i-get-cbd-gummies-20717961
herbal-virility-max-review-64086401
ultra-quick-keto-acv-gummies-reviews-91818015
neuro-1-review-19507660

Grupo de Libras promove encontros gratuitos na USP

Retirado de: Jornal da USP

Escrito por: Gabriela Varão

Entre os alunos de graduação da USP, apenas 0,9% têm deficiência auditiva total ou parcial, segundo pesquisa da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP). Na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, ainda não existe uma habilitação na Língua de Sinais Brasileira. Essa realidade inspirou Isabela Gomes, estudante do curso, a mobilizar um grupo de estudos voltado para o aprendizado de Libras. A iniciativa começou, em 2022, com encontros entre amigos para praticar a língua e se expandiu, então, para os estudantes da FFLCH. Desde então, o coletivo Sinalizando a Inclusão (SAI) tem como objetivo promover conhecimento sobre a língua de sinais e dar destaque à cultura surda, com atividades para toda a Universidade.

Para isso, o grupo realiza encontros semanais todo semestre, no prédio de Letras da FFLCH, onde ensinam Libras. Laís Romma, diretora de Recursos Humanos do coletivo e estudante de Letras, explica que a ideia é que as pessoas possam aprender a língua em conjunto e, semanalmente, um conteúdo específico é trabalhado nas reuniões. “Quando você está aprendendo uma língua sozinho, isso é solitário, você acaba praticando um monte, passa uma semana e você esquece tudo porque você não tem com quem praticar. Então, o SAI surge dessa necessidade de praticar.”

A participação é totalmente gratuita e aberta a toda comunidade universitária, alunos, professores e funcionários. “A gente chama os professores porque a gente quer que esse espaço seja da comunidade USP inteira, não só de alunos. Temos um grupo muito diverso”, complementa Isabela. A proposta do grupo, no entanto, não é seguir um modelo tradicional de aula. Cada encontro possui uma dinâmica diferente.

Libras na Universidade

Atualmente, o SAI conta com apoio do laboratório de estudos de Língua de Sinais e Cognição (Lisco), sob coordenação dos professores Felipe Venâncio Barbosa, professor de Linguística com ênfase na língua de sinais; Sylvia Lia Grespan Neves, primeira professora surda da Universidade e docente na Faculdade de Educação (FE); e Fernanda de Araújo Machado, professora surda no Departamento de Linguística com atuação na educação de surdos.

Com apenas duas professoras surdas, a USP não tem um departamento que represente a Libras. “Todo mundo acha absurdo a Letras-USP não ter uma habilitação em Libras. O SAI começou a partir disso”, pontua Alêtsia Beatriz, diretora de Marketing do grupo e estudante de História. 

O grupo ainda não tem participantes surdos, algo que as coordenadoras esperam mudar no próximo ano. “Quando a gente fala de dar inclusão, não é no sentido heroico. A gente não está aprendendo Libras para ajudar pessoas surdas, para salvar pessoas surdas, não é isso. A gente aprende Libras para se comunicar com a pessoa surda, para integrar aquela comunidade”, enfatiza Isabela.  

A idealizadora do projeto também destaca que existem diferentes formas de caracterizar a surdez. A pessoa surda é aquela que se comunica por Libras e faz parte da comunidade surda. “Tem dois modelos, um modelo médico e o modelo social. O modelo médico vê a surdez como uma deficiência, mas o modelo social vê a Libras como uma diferença“, explica a estudante.

Para atender mais pessoas, o coletivo realiza encontros virtuais, além do projeto presencial. A turma on-line é a única que exige inscrição prévia para participar devido ao limite de vagas. Além das atividades semanais, o grupo promove eventos e debates, divulgados nas redes sociais. Para saber mais informações, é possível entrar em contato com o grupo pelo Instagram. O SAI também aceita novos voluntários que tenham interesse em contribuir com a iniciativa.

Mais informações: @sai_libras

Leia Também:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pular para o conteúdo