Eleitor com deficiência pode pedir transferência para seção especial até primeiro de outubro

O eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida deve apresentar à Justiça Eleitoral o pedido de transferência para votar em uma seção especial mais próxima de sua localidade atual nas Eleições Municipais de 2020.

As seções especiais são espaços adaptados pela Justiça Eleitoral para oferecer a essa parcela do eleitorado brasileiro maior acessibilidade, comodidade e segurança no momento do voto. O eleitor nessa situação poderá encaminhar o seu pedido à JE até o dia 1º de outubro, de acordo com o calendário eleitoral deste ano.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral

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Guia de Profissionais que Atuam na Inclusão de Pessoas com Deficiência

O objetivo central deste material é possibilitar aos profissionais que atuam
com a inclusão de pessoas com deficiência nas empresas, ter melhor acesso a informações confiáveis, que possibilitem melhoria de processos e práticas que promovam a igualdade de oportunidades e direitos.
A inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho é um direito garantido por Lei.
As pessoas com deficiência são favorecidas pelo paradigma da inclusão social, cuja ênfase está no potencial e não na deficiência. Identificar esse potencial é o principal desafio para as empresas. A contratação de pessoas com deficiência deve representar a inclusão de um novo colaborador, produtivo e eficiente, capaz de agregar novos valores.

Este manual também oferece às empresas, orientações para contratar
pessoas com deficiência e desenvolvê-las profissionalmente. A intenção é ajudar as organizações a criar e manter uma Cultura de Inclusão Social que depende de todas as partes envolvidas: empresas, governo e as próprias pessoas com deficiência. As empresas devem querer contratar. O governo deve ter políticas públicas eficazes. As pessoas com deficiência devem ter postura e comportamento profissional, buscar o próprio desenvolvimento técnico e jamais pedir atitudes paternalistas e protecionistas. As diferentes vivências e experiências se somam para impulsionar o constante desenvolvimento de uma organização e de seus colaboradores. Assim, construímos um ambiente de trabalho inclusivo.

Acredita-se que assegurar a diversidade no seu âmbito geral, se traduz em incorporar aos nossos negócios novas formas de pensar, inovar e de lidar com problemas. Esperamos que as informações produzidas e disseminadas por meio deste guia, sejam utilizadas como ferramentas na redução da
exclusão e na efetiva inclusão social destas pessoas na empresa.

Acesso o Guia completo clicando aqui.

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Livro on-line sobre a pandemia feito pelos alunos de Medicina da USP

Está disponível on-line e gratuitamente o livro Escrita Livre, que reúne 93 textos produzidos por alunos da Faculdade de Medicina da USP. A obra é resultado de um concurso literário promovido pelo Centro de Desenvolvimento de Educação Médica (Cedem) da Faculdade de Medicina, em parceria com o diretor da faculdade, professor Tarcísio Pessoa de Barros Filho, sob o tema “Quarentena”. O objetivo do concurso, realizado em maio passado, foi “manter o sentimento de pertencimento da comunidade FMUSP”, como se lê na introdução da obra. 

Desses textos, três foram premiados no concurso. Houve também seis menções honrosas. O texto que levou o primeiro lugar foi Pós-Brasil, de Johnatan Padovez Gonçalves, que retrata a realidade de viver em meio à pandemia a partir dos pontos de vista de diversos brasileiros, desde os isolados até os que não têm escolha senão sair de casa e se expor ao risco para trabalhar. Cinema Mudo, de Fernando Sarin da Mota e Albuquerque, levou o segundo lugar. Ele aborda o cotidiano de um senhor que, isolado, transforma o dia a dia das pessoas que vê pela janela de seu apartamento em seu entretenimento diário, e acaba criando uma amizade curiosa com uma delas. Em terceiro lugar ficou o poema A Busca Pela Flor da Sanidade, de Matteo Celano Ebram. Em três partes, os versos de Ebram contam a história de um viajante que, acometido pelo “Mal”, sai em busca de uma flor mística, que segundo o curandeiro de sua aldeia aliviará sua aflição.

Dentre os seis textos que receberam menções honrosas está o artigo sem título de Luísa Yen. Nele, Luísa cria um conto de fadas moderno, contando a história de uma menina que precisa aprender a lidar com a passagem do tempo enquanto isolada em casa. Também entre as menções honrosas está o poema Submarino Amarelo, de Pedro Franca de Figueiredo, que também fala sobre o tempo, comparando a casa em que se isola ao “submarino amarelo” cantado pelos Beatles, dentro do qual, segundo o autor, os dias são indiferenciáveis.

Outros textos submetidos ao concurso não foram premiados, mas também constam no livro. Um deles é A Quarentena é Tão Bela Quanto a Vênus de Milo, de Haldo Lito, que, a partir da comparação entre o isolamento e a estátua sem braços, embarca em um monólogo que reflete o estado quase esquizofrênico induzido pela solidão da quarentena. No livro encontra-se também História de uma Família na Quarentena, de Julia Prado Avancini, um poema gráfico divertido e reflexivo, que representa a casa e as interações entre seus moradores como versos em um quadro. A foto da capa do livro é de autoria do aluno Gabriel Guimarães, do quinto ano da Faculdade de Medicina. 

Clique aqui para ter acesso ao livro.

Fonte: Jornal da USP

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Rigidez de artérias na hipertensão é menor devido à substância que dá cor aos vegetais

Os benefícios de uma boa dieta, todos conhecem e os médicos indicam. Vale até mesmo tomar uma taça de vinho por dia para calibrar os vasos sanguíneos e prevenir problemas cardiovasculares. Mas você sabe o que a quercetina, um flavonoide que dá cor a frutas e vegetais, pode fazer por quem sofre de pressão alta? Pois um estudo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP mostrou que a quercetina reduz os males provocados nas artérias de hipertensos.

Os resultados, publicados na revista Aterosclerose ainda são experimentais e não foram testados em humanos, mas como se trata de um antioxidante natural, presente em alimentos de qualquer dieta saudável, os pesquisadores apostam que pode ser capaz de auxiliar no tratamento e prevenção dos vários efeitos maléficos causados pelo aumento da pressão arterial.

Responsável pela pesquisa, a professora Michele Mazzaron de Castro, do Departamento de Farmacologia da FMRP, investiga o remodelamento e as disfunções cardiovasculares provocados pela hipertensão arterial e, em particular, as ações dos flavonoides no controle dessas disfunções. E, neste estudo, coordenado por Michele, os pesquisadores avaliaram o efeito de um tratamento com quercetina (realizado durante três semanas) sobre as paredes das artérias aortas de animais de laboratório hipertensos.

Entre os fatores analisados estava uma metaloproteinase da matriz, a MMP-2, uma enzima responsável pela renovação celular de vários tecidos como o dos vasos sanguíneos. Em pessoas com pressão alta, a atividade dessa enzima está entre as causas da hipertrofia vascular (estreitamento da parede arterial) e do que os pesquisadores chamam de “remodelamento arterial mal adaptativo”. Com as más condições dos vasos sanguíneos, o coração é obrigado a realizar esforço maior para fazer o sangue circular por todo o corpo.

Segundo Michele, com a administração da quercetina, foi possível perceber uma diminuição da atividade da MMP-2 e seu efeito no remodelamento da aorta dos ratos hipertensos. Além disso, houve uma redução do estresse oxidativo – causado por desequilíbrio de enzimas que atuam no sistema de defesa do organismo, por exemplo, para conter células de micro-organismos e bactérias.

Os bons efeitos no reparo dos danos arteriais não significam a reversão total da hipertensão. A equipe de Michele observou redução da pressão arterial, como já demonstrado em outros estudos, mas os maiores benefícios foram quanto ao remodelamento arterial e à diminuição do estresse oxidativo. A professora acredita que os efeitos da quercetina podem depender de mais tempo. “Talvez aumentando o período do tratamento, seu efeito na redução da pressão arterial seja mais evidenciado”, diz.

Quanto à escolha da quercetina entre tantos flavonoides, Michele destaca que a substância está “muito presente em várias frutas e leguminosas usadas diariamente na alimentação” e também já havia se mostrado eficaz na redução da pressão arterial em alguns modelos experimentais. Pelos benefícios encontrados agora, mesmo que não se tenha ainda definido quantidades terapêuticas de consumo, vale a dica de incluir na dieta alimentos que contenham estes flavonoides. O hábito “pode ser benéfico na redução dos danos arteriais causados pelo aumento da pressão arterial”, informa a professora. 

Enquanto isso, os estudos com a quercetina continuam no laboratório da professora Michele. Seu grupo de pesquisa já começou os trabalhos sobre os efeitos do flavonoide no remodelamento cardíaco em hipertensão arterial crônica. “O objetivo é verificar se o uso da quercetina pode ser benéfico para reduzir os malefícios que a hipertensão arterial causa na estrutura e função cardíaca. Além disto, estamos verificando também se o uso da quercetina em ratas hipertensas durante a gestação e aleitamento pode reduzir a incidência do desenvolvimento da hipertensão e remodelamento arterial mal adaptativo na prole”, adianta.

Dieta equilibrada, pobre em sal, é base do tratamento

A hipertensão arterial, uma das doenças de risco para casos graves da covid-19, também está relacionada com as maiores causas de mortes em todo o mundo, como as doenças cardiovasculares e o acidente vascular cerebral. Só o Brasil registrou em 2017 mais de 302 mil mortes por estas doenças associadas à conhecida “pressão alta”.

A doença não tem cura, apenas tratamento. Por isso, a importância da prevenção. Embora a pressão alta seja herdada dos pais em 90% dos casos, como informa o Ministério da Saúde, existem fatores de risco para seu aparecimento; entre eles, a obesidade, o alto consumo de sal, níveis elevados de colesterol, sedentarismo, consumo de bebidas alcoólicas, fumo e estresse. Portanto, uma dieta equilibrada e uma vida saudável podem ajudar a evitar este mal e até mesmo evitar sua progressão para outras doenças.

Fonte: Jornal da USP – por Vitoria Pierri e Rita Stella

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Unesp disponibiliza vídeos gratuitos sobre diversidade

Educando para a Diversidade é um programa que busca realizar diálogos sobre a diversidade a partir de seus vários aspectos, como o étnico, cultural e de gênero, além de promover as ações afirmativas realizadas pela universidade. A cada episódio um tema será discutido e refletido com a ajuda de pesquisadores de diferentes áreas e de personagens que relatem suas vivências.

O projeto faz parte da Política Institucional de Enfrentamento à Violência e pela Cultura de Paz da Universidade Estadual Paulista, apoiado pelo Convênio Unesp/Santander e tem como objetivo fomentar discussões para a construção de uma sociedade mais empática.

São 20 episódios do programa que trazem reflexões sobre inclusão e diversidade. A temática tem propiciado debates por meio de pesquisas, extensão e produtos comunicacionais que apresentam o tema à sociedade e sensibilizam sobre as questões de direitos humanos e tolerância.

A programação completa está disponível no site da TV Unesp, disponível aqui

Fonte: TV UNESP

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Como soluções inovadoras desenvolvidas na USP chegam à sociedade?

Todo o conhecimento científico, tecnológico e cultural produzido na universidade é um patrimônio à disposição da sociedade. Mas parte dessa produção, para chegar às pessoas, precisa ser transformada em tecnologias, em produtos aplicáveis para melhorias de processos, para industrialização, serviços. E para isso ocorrer, centros de pesquisa realizam parcerias com empresas, que adquirem o direito de produzir em larga escala e comercializar essas soluções. Em linhas gerais, esse é o processo que define a inovação: desenvolver um produto (bem/serviço) novo ou significativamente melhorado, ou criar novos processos e métodos de melhorias.

O acesso à produção industrial e intelectual da universidade pode ser obtido através da aquisição de patentes, marcas, direitos autorais de livros, softwares, músicas, entre outras criações. Na USP, quem coordena essa intermediação e fornece apoio aos pesquisadores, alunos e funcionários em relação ao setor produtivo é a Agência USP de Inovação (Auspin).

Marcos Martins, coordenador da agência, argumenta que a inovação no ambiente acadêmico pode ser gerada a partir de uma pesquisa ou ideia de um docente que deseja produzir mais do que artigos e papers. “Isso não é conflito de interesse; pelo contrário. E deve ser estimulado, não punido”.

A interação entre os setores públicos produtores de conhecimento, como universidades e institutos de pesquisas, e o setor privado está delimitada no Decreto nº 9.283/2018, que regulamenta o Novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação (Lei nº 13.243/2016), a partir da Lei nº 10.973/2004 e da Emenda Constitucional no. 85/2015.7

Mais do que buscar parcerias com empresas, a USP tem atuado para estimular o empreendedorismo na sua própria comunidade acadêmica. Ou seja, incentivar os pesquisadores a transformarem suas soluções inovadoras em negócios. A Universidade sedia dois parques tecnológicos, um em São Paulo (Cietec) e outro em Ribeirão Preto (Supera), além de incubadoras e aceleradoras de empresas.

Os parques foram criados para promover ciência, tecnologia e inovação. Eles oferecem infraestrutura e suporte para empresas de bases tecnológicas. Já as incubadoras procuram encurtar as etapas que compõem o caminho do empreendedor, desde o surgimento da ideia inicial até o sucesso do empreendimento. Os ajustes e correções são feitos antes que o produto ou serviço chegue ao mercado.

As iniciativas podem ser conferidas no portal Solus da Auspin, que reúne iniciativas, projetos, empresas e cursos para facilitar a conexão entre academia e empresas.

Pós-doutorado em Inovação

O InovaUSP, Centro de Pesquisa e Inovação da USP, e o Instituto de Estudos Avançados acabam de criar um programa de pós-doutorado em Inovação. O objetivo é capacitar estudantes da pós-graduação a identificarem oportunidades de desenvolvimento de suas pesquisas e ideias em grande escala. O programa está em fase final de elaboração e estará disponível ainda este ano, após deliberação da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da USP.

O novo pós-doutorado pretende contribuir com o desenvolvimento de pesquisas de excelência científica e tecnológica, visando à geração de produtos e soluções inovadoras. De acordo com Renato Freire, docente do Instituto de Química da USP e um dos organizadores do programa, “espera-se gerar aplicações e soluções novas ou significativamente melhoradas, através da combinação de conhecimentos multi e transdisciplinares, que se convertam em produtos, processos ou serviços e viabilizem a transferência de resultados para a sociedade”. Ele conta que os pesquisadores poderão desenvolver projetos em um ambiente que facilite múltiplas conexões acadêmicas e profissionais.

Para facilitar esses processos, os estudantes interessados contam com a estrutura do InovaUSP, que já integra projetos e parceiros em um ambiente multidisciplinar e com vínculos diretos aos setores produtivos.

Aprender a empreender

Ensino, pesquisa e extensão são os pilares que sustentam o funcionamento do sistema de educação pública superior no Brasil. Junto da autonomia, esses conceitos estão definidos na Constituição Federal e, no caso da USP, foram reforçados no decreto de sua criação. “Mas faltava o quarto pé: o da inovação”, analisa Catalani. Para ele, a criação de um centro como o InovaUSP é importante para sinalizar a preocupação da Universidade em continuar impulsionando o empreendedorismo no ambiente acadêmico. Esse propósito foi formalizado em 2019, quando a Agência USP de Inovação – órgão regulador das políticas de inovação da USP – foi designada como um Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT). Os NITs são estruturas previstas em lei que incentivam a inovação e a pesquisa para desenvolvimento tecnológico e do sistema produtivo nacional.  

Com o InovaUSP, não apenas a gestão e o controle do ensino em empreendedorismo ganharam força, mas a preocupação com as empresas nascentes.  “Não seremos incubadoras, mas aqueles que preparam a empresa para uma incubadora, que pode ser da USP ou não”, diz Catalani, e lembra que o centro também prevê o apoio a alunos e pesquisadores que tenham interesse em criar uma startup. “Parecíamos fragilizados por não ter uma estrutura definida, mas não somos frágeis; somos a universidade mais empreendedora do País”, reforça.

Economia do Conhecimento

“Inovação sempre foi o patinho feio na Universidade, mas isso vem mudando. Não só pela ausência de perspectiva de emprego, que se acentuou com a crise econômica, mas há uma mudança de cultura que tem feito os alunos se interessarem por empreender, mais do que antes”, destaca Martins, coordenador da Auspin. Além de responsável pela gestão da propriedade intelectual e pela transferência de tecnologia, o coordenador afirma que a agência planeja criar polos do InovaUSP em cada um dos campi da USP espalhados pelo Estado, para ampliar as oportunidades de uso da inovação. E não somente para alunos. 

Fonte: Jornal da USP

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Guia em português para cuidados contra o câncer durante a pandemia

Especialistas da American Society of Clinical Oncology (ASCO) revisaram uma ampla gama de políticas e práticas adotadas por instituições oncológicas, entidades médicas e agências governamentais ao redor do mundo para a retomada segura do atendimento aos pacientes – e, por meio de uma parceria com a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), esse guia chega ao Brasil totalmente em português.

O relatório descreve medidas imediatas e de curto prazo que as clínicas oncológicas podem tomar para proteger a segurança dos pacientes e da equipe de saúde enquanto a resposta à pandemia continua. O objetivo, conta o documento, é que as orientações garantam mais confiança na determinação de quando e como retomar as operações habituais.

Para a presidente da SBOC, Dra. Clarissa Mathias, a publicação em português evidencia a relevância da parceria da entidade brasileira com a ASCO. “Essa ponte construída entre as comunidades da oncologia clínica do Brasil e dos Estados Unidos tem trazido uma série de benefícios mútuos, inclusive educacionais, evidenciados pelo interesse da ASCO em publicar em português do Brasil alguns de seus principais materiais – em especial, este guia para os tempos de pandemia, um desafio que ambos os países têm enfrentado com sérias dificuldades”, destaca.

Além da revisão narrativa das orientações científicas e de agências internacionais, o guia traz exemplos clínicos de membros da ASCO. De acordo com o vice-presidente para Ensino da Oncologia da SBOC, Dr. Rodrigo Munhoz, “esse contato com experiências tão diversas fortalece nossa comunidade num momento de grandes incertezas. A iniciativa da ASCO está em consonância com ações da SBOC e certamente irá somar esforços na rotina do oncologista”.

Entre outros temas, o material conta ainda com informações detalhadas sobre:

  • Condução de processos de triagem;
  • Manejo de pacientes sob investigação de sorologia;
  • Controle e prevenção;
  • Recursos e suprimentos;
  • Considerações sobre as instalações físicas;
  • Horário de funcionamento;
  • Planejamento para surto de COVID-19;
  • Protocolos de saneamento;
  • Serviços de apoio;
  • Educação sobre saúde e segurança do paciente;
  • Telemedicina;
  • Radiação;
  • Cirurgias;
  • Estudos clínicos

“Trata-se de um excelente guia que se junta ao material já produzido e difundido pela SBOC para que o oncologista clínico e seus pacientes não se sintam desamparados ao longo da pandemia e do enfrentamento de dois grandes desafios, o câncer e o novo coronavírus”, destaca o diretor executivo da entidade, Dr. Renan Clara.

Acesse o Guia aqui

Fonte: Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica

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Descoberta genética em doença rara

Pesquisadores do Centro de Terapia Celular da USP identificaram uma mutação genética não hereditária (que não passa de geração em geração) em uma pessoa com a síndrome rara de deficiência da GATA2, doença conhecida pela mutação no gene que codifica a proteína homônima.

A mutação identificada (síndrome de deficiência da GATA2) impede o processo da renovação das células do sangue e pode manifestar condições clínicas como falência da medula óssea, surdez e obstrução do sistema linfático.

A descoberta publicada na revista Blood abre novas perspectivas de aconselhamento genético familiar e de doenças hereditárias.

Fonte: Fapesp

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Zika vírus e a microcefalia

Caso de gêmeos em que um dos bebês teria nascido com microcefalia e outro não fizeram com que pesquisadores da USP e do Instituto Butantan estudassem o caso para obter mais informações sobre a penetração do vírus sobre a placenta.

Os resultados observados indicaram que os gêmeos estudados que não desenvolveram a doença, produziam mais quimiocinas do que os infectados, ajudando a se protegerem da infecção pelo vírus. As quimiocinas são um grupo de citocinas presentes no sangue, responsáveis por recrutar as células do sistema imune (nossas células de defesa).

Em outra etapa da pesquisa, pôde ser observado que na análise das moléculas de RNA dos gêmeos, houve diferença entre os trofoblastos dos gêmeos afetados pelo zika vírus e os que não foram infectados. Os trofoblastos são um conjunto de células que contribuem para a formação da placenta e ajudam o processo da implantação do embrião no útero.

Com os resultados da pesquisa, os cientistas concluem que a placenta desempenha um papel protetor do feto, porém existem fatores que os deixam suscetíveis que contribuem para a infecção pelo zika vírus.

Fonte: Jornal da USP

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