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Outubro Rosa – O que é e como surgiu o movimento?

Texto Escrito Por: Enfa. Me. Letícia Noelle Corbo (http://lattes.cnpq.br/8624667334893564)

Você já deve ter visto/ouvido o nome “Outubro Rosa” nas mídias, redes sociais e campanhas de serviços de saúde. Mas afinal, o que é e como foi originado este movimento?

O objetivo do “Outubro Rosa” é sensibilizar as pessoas sobre a importância da deteção precoce do câncer de mama, por meio de rastreamento da doença com exames regulares e mamografias, além de arrecadas fundos para pesquisa e apoio às pessoas afetadas por essa doença.  A primeira manifestação registrada desta campanha foi nos Estados Unidos na década de 1990 na Fundação Susan G. Komen for the Cure, uma organização sem fins lucrativos dedicada à pesquisa sobre o câncer de mama, distribuiu fitas cor-de-rosa às participantes da Corrida pela Cura, em Nova York, simbolizando solidariedade e conscientização (BVS, 2021).​

O movimento cresceu ao longo dos anos e ganhou destaque no mundo todo, através de inúmeras organizações de saúde, grupos de apoio e empresas, adotando o nome e a cor rosa para realizar campanhas de conscientização durante todo o mês de outubro. Já no Brasil, a primeira campanha foi realizada em 2002, com a iluminação do Obelisco do parque Ibirapuera, de São Paulo, com a cor rosa. Em 2008, várias cidades brasileiras adotaram o “Outubro Rosa”, promovendo corridas e, assim como no resto do mundo, distribuindo laços cor de rosa e iluminando os principais monumentos com a cor rosa (BVS, 2021).

O câncer de mama feminina é o tipo mais incidente no mundo, com 2,3 milhões (11,7%) de casos novos.​ No Brasil, ocorreram, em 2020, 17.825 óbitos por câncer de mama feminina, o equivalente a um risco de 16,47 mortes por 100 mil mulheres (INCA, 2023).​

A doença ocorre predominantemente na pós-menopausa, mas também pode ocorrer em mulheres jovens, através de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2. A mutação destes genes, além do câncer de mama, corresponde em até 15% das pacientes com câncer de ovário. Mulheres com história familiar apresentam risco três vezes maior para o desenvolvimento da doença.  O número estimado de casos novos de câncer de mama no Brasil, para o triênio de 2023 a 2025, é de 73.610 casos, correspondendo a um risco estimado de 66,54 casos novos a cada 100 mil mulheres (INCA, 2023a).

Vale ressaltar, que embora 99% dos canceres de mama ocorre em pessoas do sexo feminino, 1% do total de casos acomete pessoas do sexo masculino. Para este público, não existe rastreamento de câncer de mama (ou seja, não há recomendação para fazer a mamografia de rotina), a não ser que apresentem algum sintoma clínico.​ Alteração das mamas em homens devem ser observadas, no entanto, casos de ginecomastia (aumento totalmente benigno da glândula mamária masculina), podem ocorrer sem risco para câncer de mama (AC CAMARGO, 2022).

A recomendação principal à todas as pessoas é conhecer o próprio corpo, não substituindo a avaliação clínica (SBM, 2023). É importante reconhecer sinais de alerta e procurar atendimento médico caso os observe:

  • Caroço endurecido, fixo e geralmente indolor (presente em mais de 90% dos casos confirmados para câncer de mama);
  • Alterações no bico do peito (mamilo);
  • Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;
  • Saída espontânea de líquido de um dos mamilos;
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja (INCA, 2023b).

Além disso, para mulheres de 50 a 69 anos, é recomendado que façam uma mamografia (Raio X da mama) a cada dois anos (INCA, 2023b). ​

É importante reconhecer os direitos ao acesso diagnóstico e a tratamentos oncológicos, caso seja recomendado! A Lei 13.896/19, criada em 2019, estabelece que os exames necessários para confirmação diagnóstica para o câncer (não só o câncer de mama, mas todos os tipos) sejam realizados no Sistema Único de Saúde (SUS) em até 30 dias, dado a suspeita do diagnóstico médico. Ainda, a Lei 12.732/12 de 2012, também conhecida como a Lei dos 60 dias, estabelece o prazo máximo de 60 dias a contar com o laudo diagnóstico de câncer, para que sejam iniciados os tratamentos recomendados para cada tipo de câncer (FEMAMA, 2019).

Referências:

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